Estudantes da rede pública de ensino vão poder aprender sobre educação fiscal em jogo de RPG
O aprendizado de cidadania fiscal será de forma envolvente, interativa e divertida
Um jogo de RPG foi desenvolvido pela equipe do Programa de Educação Fiscal da Secretaria da Economia de Goiás, com intuito de ensinar alunos da rede pública sobre cidadania fiscal. O projeto foi apresentado nesta terça-feira (20), para a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).
Chamado “Cidadando na Mesmolândia”, o jogo foi criado pelo professor Gyowany Dias, da Educação Fiscal e faz parte de seu trabalho de conclusão do curso on-line “Disseminadores de Educação Fiscal”, e a ideia foi de incentivar a educação fiscal de uma maneira envolvente e interativa.
De acordo com seu criador, o jogo ainda oferece uma abordagem prática, lúdica e divertida, aonde os jogadores irão assumir seus personagens e desenvolver narrativas baseadas em um enredo, tornando assim a experiência mais dinâmica e envolvente para quem participa. O cenário fictício do jogo se passa na Mesmolândia, onde a vida na cidade permanece inalterada, até que duas crianças decidem provocar mudanças.
Implementação do Jogo
Segundo Kézia Cruz, chefe do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Formação dos Profissionais da Educação, já foi agendado para o dia 22 de agosto a gravação de videoaulas que serão destinadas à formação dos profissionais da Seduc e o curso está com previsão para ser lançado no final deste mês.
O objetivo do programa desenvolvido na Secretaria da Economia de Goiás, foi de disseminar os conteúdos referentes ao papel social dos tributos, importância dos orçamentos para o bom funcionamento da administração pública, alocação e controle dos recursos, entre outros temas relacionados à gestão e fiscalização das finanças públicas.
E foi informado pelo coordenador de Educação Fiscal da Secretaria da Economia, José Humberto Corrêa de Miranda, que já foi realizado apresentações em escolas na capital goiana e que planejam ter sessões virtuais para o interior do Estado, e dependendo da demanda, ter a disponibilidade de levar essas apresentações também de forma presencial.
